sábado, 14 de julho de 2012

Mais uma chupeta..

Aqui não se usa muito a palavra: chupeta!! Maria Vitória não está sendo uma admiradora como as outras crianças!! Chora a noite toda, mama, coloco no bercinho e mesmo assim não pega a chupetinha.

Mas, eis que.. Chegamos aqui em Uberlândia e Maria Vitória foi presentada pelo seu titio Flávio.. e adivinhem o que ela ganhou?? uma chupeta.. rsrsrs mais uma para sua coleção, que não seria usada (assim logo pensei!)

Mas, não é que a danadinha aceitou a chupeta que ganhou do seu tio!!! Será que princesinha já está criando gosto pelas coisas assim tão pequena? (coisas de cabeça de mãe!) 

A chupeta é um verdadeiro encanto!!! E foi a única a ser aprovada pela minha pequena. Agora, Maria Vitória já tem uma nova companheira para as madrugadas, que por sinal é uma preciosidade :))

sexta-feira, 13 de julho de 2012

A primeira viagem de Maria Vitória (Parte I)

Nas férias, é costume viajarmos para algum lugar. Mas, dessa vez estamos em Uberlândia nossa terrinha tão amada para matar a saudade de todos.. 

Depois de ponderarmos algumas situações, optamos por viajar de carro para conseguirmos levar tudo o que precisávamos e a noite para aproveitar o soninho da pequena, evitar o sol batendo, o ar condicionado em excesso, enfim... 

Confesso que passei a semana toda pensando em como seria essa nossa aventura. Ansiedade da mamãe aqui nas alturas. E se ela chorar? E se ficar irritada na cadeirinha por muito tempo? E se quiser mamar? E se fizer um cocozão daqueles? E se... E se... E se??

Fiz uma listinha nada básica, que ia desde termômetro a berço desmontável, para não esquecer nada. E ainda assim consegui esquecer a babá eletrônica,  

Filminhos e brinquedinhos para distrair, tylenol, fralda de pano, descartável, pano de boca, manta, meia, roupa de frio, roupa de calor, travesseiro, álcool, trocador e até as tais chupetas que a dona Maria Vitória nem usa... Um aparato de coisas à mão para que a viagem pudesse seguir da melhor forma possível. 

Chegou a hora, amamentei a pequena, malas no carro, beijos em todos, oração feita, pé na estrada!

Maria Vitória mal entrou no carro e dormiu. Apagou! Estrada tranquila. Viagem gostosa. Acordou faltando apenas uma hora para nossa chegada. Paramos num posto, tirei-a do bebê conforto e deixei espreguiçar e se esticar a vontade no travesseiro em cima do meu colo. Preferi não sair do carro com ela. Mamou, foi para o colo da Mariana para arrotar, depois se esticou mais um pouquinho, fez cocô (o que normalmente não acontece à noite), troquei no assento do carro mesmo, não me animei a conhecer o fraldário do posto e assim ficou tudo certo para seguimos nossa viagem. Cinco minutos de carro em movimento e lá estava nossa menina dormindo um soninho delícia novamente. 

Graças a Deus nossa viagem não poderia ter sido melhor!





Agora, já estamos na casa da vovó Marisa e vamos aproveitar nossas férias!!! :)) Beijos e em breve estarei de volta com as novidades..

domingo, 8 de julho de 2012

De quem é esse pezinho?

Olho com encantamento cada descoberta da minha pequena. Seu desenvolvimento é algo mágico pra mim e para todos aqui de casa.

Ontem Maria Vitória começou a descobrir os pezinhos. Antes ela levantava as perninhas em direção á cabeça e segurava os joelhos sem alcançar os pés. Agora descobriu que pode pegá-los!!

Uma graça de ver seu esforço para segurá-los. Quando consegue agarrar os pezinhos se desequilibra e tomba para todo lado, cai na risada e essa é sua nova brincadeirinha sempre que está deitadinha!!

Vê se eu posso com isso?!!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Brincadeirinha!! 

Recebi um convite para participar de uma brincadeira super legal! Um joguinho de perguntas e respostas..

Bora lá!! Meu primeiro mimo!!

1 - Porque surgiu a ideia de criar um blog? 

Sempre amei escrever!! O blog nasceu para guardar as minhas lembranças da maternidade, aí veio o nome Jeitinhos Elisa de ser Mãe! Assim que Maria Vitória nasceu resolvi compartilhar o desenvolvimento da minha pequena. E as aventuras que vivo e já vivi com a Mariana.

2 - Origem do nome do blog?

Cada um tem o seu jeitinho.. e eu o meu!! Por isso, Jeitinhos Elisa de ser Mãe.

 3 - Você tem outros blogs além deste?

Não!!

4 - Já pensou em alguma vez em desistir do blog?

Jamais!!

5 - Mande uma mensagem para as pessoas que sempre passam pelo seu blog.

É muito gratificante saber que posso compartilhar com vocês meu jeitinho de ser mãe e consequentemente aprender, trocar experiências e conhecer pessoas maravilhosas (especialmente a Célia, um anjinho de pessoa que é muito querida)! Obrigada pelo carinho, pelos comentários e pelas visitinhas!!
Amo demais tudo isso!!

6 - Uma música?

Ainda Bem - (Marisa Monte)

7 - Um livro?

A Cabana (Willian P. Young)

8 - Um filme?

O advogado do diabo

9 -  Um hobby? 

Fotografia.. Meu blog!!

10 - Um medo? 

Vixi.. meus medos vem da minha pequena fé! é preciso várias e várias vezes me lembrar que sou filha de Deus do impossível  e que o medo não deve fazer parte da minha vida.

11 - Qual é a sua mania?

Andar descalça

12 - Qual seu maior sonho?

Uma linda, e feliz vida para as minhas filhas

13 - O que você não consegue viver sem?

Amor!!

14 - Tem coleção de alguma coisa?

Não, mas ajudo a Mariana a colecionar esmaltes, então acabo colecionado junto!!

15 - Se você pudesse escolher por um dia, quem gostaria de ser?

Nunca, parei para pensar nisso, acho que não queria ser ninguém alem de mim!! Mas, vou responder... huuuuuuuuum... (tic.. tac.. tic.. tac..) (15 minutos pensando)... Desisto! Queria ser eu mesma! Simplesmente EU! :))


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Há quase 3 meses..

Parece que foi ontem, mas há quase  três meses se passaram desde que nossa pequena chegou e mudou completamente nossas vidas. 
Como o amor é algo mágico não é mesmo? Não consigo mais imaginar minha vida sem essa coisinha. Não consigo me lembrar como era a minha vida sem ela. E eu que tinha medo de não saber dividir o meu amor, descobri que amor de mãe não se divide, se multiplica!!

Tantos progressos em tão pouco tempo e aquela menininha serena e cor-de-rosa que acabou de nascer hoje dá gargalhadas, olha curiosa tudo à sua volta, bate as perninhas e solta gritinhos eufóricos no banho, balbucia vários sons olhando bem dentro dos olhos da gente como se estivesse conversando, direciona os bracinhos para o objeto que lhe desperta interesse e descobre o poder de suas mãozinhas. 

Como não me render totalmente? Impossível!! 

sábado, 30 de junho de 2012

Para eternizar na memória! 

Essa noite, depois de darmos um banho super gostoso na pequena, com direito a esparramar água para todo lado, estávamos os três, eu, Maria Vitória e o papai, no quarto secando nossa menininha quando ela começou a gargalhar muito brincando com a gente. Eu fazia umas vozes engraçadas e ela se desmanchava de tanto rir. 


Ficamos ali curtindo a pequenina, maravilhados e por alguns momentos o mundo parou naquela gargalhada banguela tão pura, tão desinteressada, tão gostosa que me desmontou a mamãe aqui. Fiquei pensando no quanto somos ricos por termos uma família tão abençoada. Felicidade e saúde são coisas que não se compram. 


Agradeço a oportunidade de vivenciar momentos tão mágicos como este, que me fazem lembrar que grandeza de Deus está nas bênçãos que gratuitamente recebemos diariamente e que tantas vezes passam despercebidas por estarmos impregnados da carga pesada do nosso dia a dia.


quinta-feira, 28 de junho de 2012

Qual filho você ama mais? 

Há alguns dias, havia elogiado a delicadeza de como suas mãos das suas mãos eram pequenininhas e gordinhas. Daquele tipo que você não consegue ver nenhum osso. 

Havia janelinhas abertas em sua boca. Suas bochechas ainda eram fofas e vermelhas. Corria pra nossa cama assim que amanhecia e o cabelo dela tinha um cheirinho doce. Ela ainda era um bebê, só que grande.

Essas observações vinham sendo feitas até a chegada de um serzinho muito menor. Ainda tímida nos seus gestos e no seu choro. De repente, aquela mãozinha fofa dela se pareceu gigantesca. 

Assim como todo o seu corpinho. Mudou-se a perspectiva. Tudo parecia grande demais, ameaçador demais. Era preciso cuidado. O bebê era muito mais frágil - eu falava.

Durante as manhãs, ela já não corria pra cama, pois sabia que ela estava ocupada e todos os olhares eram para o meu seio e para a boca daquela bebê, que mamava alucinadamente. Momentos gostosos aconteciam. 

Passávamos a tarde deitadas na mesma cama. Conversando ou fazendo as unhas até que... por alguma motivo de força maior, eu era obrigada a interromper tudo. Sempre eu. Sempre motivos mais urgentes.

Cerca de um ano e meio se passou para que ouvisse algo que me machucou muito e me deixou completamente perturbada. Senti o amargo da injustiça. 

Duas pessoas do meu convívio, chegaram para o meu marido numa preocupação que acredito genuína e disseram que eu parecia gostar mais da Maria Vitória do que da Mariana. Um detalhe: elas, mães de um filho só. Estavam falando do que não conheciam.

Como é do meu feitio, guardei isso e fiquei remoendo durante muito tempo até sentir que poderia falar do assunto sem bancar a ofendida.

Achava que estava conseguindo conciliar, enquanto tentava equilibrar todos os pratos. Achava que teria que me dedicar de corpo e alma aquela recém-nascida pra que não faltasse a ela tudo que a ela eu tinha dado. Seguindo essa lógica, fui levando essa maternagem plural. Sempre buscando conciliar, sempre buscando...

Dezessete anos de diferença e duas fases bem diferentes no desenvolvimento de cada um a das minhas filhas. 

Quem demandava mais atenção? A quem precisava socorrer a qualquer tempo e a qualquer instante? Quem me faz passar noites e noites acordadas?

A resposta é óbvia. Maria Vitória! Demanda mais atenção, mas não há que se falar em amor. Mensurar isso, dessa forma, é leviano. Amor a gente só sente.

A chegada de mais um filho, muda tudo. Toda rotina estabelecida e a forma como nos relacionávamos entre si. Mas quem disse que essa mudança é ruim e que demanda prejuízos? Ajustes. Estes sim são necessários.

Amar era sentir aquela presença da Mariana,  no meio da madrugada pergunta se não pode ajudar, afagando a cabeça da irmã e desejando que eu dormisse pelo menos uma noite completa.

O amor sempre está aqui, sempre se fez presente. E essa conversa eu tive não com as pessoas que levantaram esse questionamento, mas com ela, que era a quem mais interessava. 

Choramos juntas e ela me disse da forma mais sincera que consegue ser: Mãe, um dia te quis só pra mim. mas depois, Amo demais a minha irmã, que jamais quero você longe dela. Só quero que a gente fique junto: eu, você, o papai e ela.

A chegada de um irmão, amadurece, pois se percebe que as atenções do mundo não giram para sempre ao redor do próprio umbigo. A chegada de um irmão, fortalece.

Disso uma lição: aos olhos dos outros, nunca seremos perfeitos. Pois cada um julga, baseado naquilo que tem dentro de si e das vivências que possui. 

Tudo isso aconteceu, quando aprendi a ser mãe de duas.